Empire State Building (New York City, USA — 1931)

Hugh Ferriss, diante de sua evocativa representação do Empire State Building em mil novecentos e trinta, capturou o espírito de uma cidade que alcançava as estrelas. A obra de arte, carvão sobre papel, imortalizou uma visão que logo redefiniria o horizonte de Nova York. Ao ser concluído, o Empire State Building tinha mil quatrocentos e cinquenta e quatro pés (incluindo sua antena), tornando-se brevemente o edifício mais alto do mundo. Poucos conhecem a contribuição de Ferriss para seu design icônico. Um dos fatos interessantes é que ele foi projetado em apenas duas semanas. "O arranha-céu é o triunfo da massa, mas seu apelo essencial se deve à sua forma geométrica", Ferriss ponderou, absorto em sua criação. "É a personificação da altura, da luz e do ar." Fato Artístico: Hugh Ferriss (mil oitocentos e oitenta e nove - mil novecentos e sessenta e dois) foi um arquiteto, delineador e visionário americano conhecido por suas representações atmosféricas de arranha-céus e paisagens urbanas. Seu trabalho influenciou significativamente o design e a percepção da arquitetura moderna.

Em mil novecentos e dezesseis, a cidade de Nova Iorque promulgou uma lei de zoneamento para evitar que os arranha-céus bloqueassem a luz solar de alcançar as ruas. Esta lei, inadvertidamente, moldou o projeto do Empire State Building. O arquiteto William Lamb compreendeu que esta regulamentação poderia levar tanto a oportunidades quanto a limitações. Ele viu as possibilidades de criar um edifício que não só atendesse a esses requisitos, mas também atingisse alturas recordes. "Esta regulamentação de recuo", disse Lamb à sua equipe, apontando para um diagrama, "não é uma restrição, é um convite para criar uma nova forma, uma pirâmide imponente que respeita o caminho do sol!" Curiosidade Artística: A Resolução de Zoneamento de mil novecentos e dezesseis foi o primeiro código de zoneamento de toda a cidade nos Estados Unidos. Tinha como objetivo controlar a altura e o uso dos edifícios para evitar o congestionamento e proteger o acesso à luz e ao ar.

Em mil novecentos e vinte e nove, William Lamb e sua empresa, Shreve, Lamb & Harmon, conseguiram uma reunião com John J. Raskob, um ex-executivo da General Motors e a força motriz por trás do projeto. Raskob, um homem de imensa ambição, buscava construir o edifício mais alto do mundo, superando o Chrysler Building. Raskob ouviu atentamente enquanto Lamb explicava sua visão. Raskob declarou mais tarde: "Quero construir a maior torre, mas precisa ser mais do que isso. Ela tem que representar algo." "Senhor Lamb", Raskob declarou, com os olhos brilhando, "não estamos apenas construindo uma torre de escritórios. Estamos erguendo um símbolo da engenhosidade e aspiração americanas. Vamos torná-la a mais alta que o mundo já viu!" Curiosidade Artística: John J. Raskob (mil oitocentos e setenta e nove - mil novecentos e cinquenta) foi um empresário e financista americano mais conhecido por seu papel na construção do Empire State Building. Ele também atuou como presidente do Comitê Nacional Democrata.

Há uma origem curiosa para o design do edifício. Os designs de Lamb foram baseados em esboços de um lápis, pois dizia-se que Lamb havia olhado para designs de lápis em busca de inspiração para sua forma, um fato que apenas aqueles dentro do círculo imediato de sua criação jamais souberam. "Olhe para ele e você verá o gênio por trás de sua forma! É a forma perfeita para captar a luz e o olhar!" exclamou Lamb. "Você pode achar absurdo, talvez", Lamb admitiu, segurando um esboço a lápis, "mas a forma simples e elegante de um lápis foi o que inspirou a forma do Empire State Building!" Curiosidade Artística: O design do lápis foi uma base única e simples que formou a base para sua estética geral.

Com o Chrysler Building se aproximando da conclusão, a pressão era grande para garantir o título de edifício mais alto do mundo. Raskob e Lamb impulsionaram a equipe de construção a trabalhar em um ritmo sem precedentes. A cidade fervilhava de excitação, acompanhando o progresso do edifício. Um homem declarou: "Este edifício está subindo rápido, mas nós somos ainda mais rápidos! Eles querem terminar antes do Chrysler!" "Senhores", Raskob declarou, dirigindo-se aos gerentes de construção, "cada dia conta! Devemos superar o Chrysler e reivindicar nosso lugar na história!" Curiosidade Artística: O Empire State Building foi construído em um ritmo surpreendente, com uma média de quatro andares e meio sendo concluídos por semana.

O design Art Déco do Empire State Building refletia o fascínio da época pela modernidade, tecnologia e progresso. Da fachada elegante aos intrincados detalhes do saguão, cada elemento exalava sofisticação. Ferriss disse uma vez: "A cidade é uma máquina de fazer dinheiro, e o arranha-céu é sua ferramenta mais eficiente." "Art Déco", Lamb explicou a um visitante, apontando para um relevo no saguão, "é a linguagem do nosso tempo. Ele celebra a velocidade, a eficiência e o espírito de inovação!" Curiosidade Artística: Art Déco foi um movimento de design internacional popular de mil novecentos e vinte e cinco até a década de mil novecentos e quarenta, afetando as artes decorativas como arquitetura, mobiliário, joias, moda, carros, trens, transatlânticos e objetos do cotidiano.

Originalmente, o Empire State Building foi concebido para servir como um mastro de amarração para dirigíveis. No entanto, isso se mostrou impraticável e perigoso devido a ventos fortes e correntes descendentes. O mastro de amarração foi usado apenas um punhado de vezes. Charles Lindbergh observou certa vez: "Aquele mastro é uma bela adição, mas não é nada prático. Seria melhor para outro uso." "O mastro de amarração", Lamb admitiu a Raskob durante uma inspeção, "foi uma grande ideia, mas não está funcionando como imaginamos. Talvez seja melhor considerar usos alternativos para ele." Curiosidade Artística: A ideia de usar o Empire State Building como mastro de amarração de dirigíveis foi abandonada devido a preocupações de segurança e desafios logísticos.

O Empire State Building é um testemunho da ambição humana e da visão artística. Sua silhueta icônica, moldada pelos sonhos a carvão de Hugh Ferriss, continua a inspirar gerações. Por que o trabalho desse artista sobrevive para sempre? Porque ele capturou não apenas um edifício, mas um sonho. "A arquitetura deve falar de seu tempo e lugar, mas almejar a atemporalidade", disse Ferriss uma vez, olhando para o cosmos estrelado da nebulosa cor de doce. Fato de Arte: O Empire State Building é um símbolo da cidade de Nova York, da engenhosidade americana e do poder duradouro da visão humana.