Berry the Bear's Bee Friend

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Berry, o urso, suspirou, olhando para o mar pintado e sem fim. "Mais um dia, mais um horizonte vazio", resmungou ele, ajustando seus pequenos óculos. Seu pequeno farol ficava de sentinela contra os azuis e verdes rodopiantes. Ele frequentemente se perguntava se havia outros ursos como ele além das ondas pintadas.

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De repente, um zumbido minúsculo quebrou o silêncio. Berry semicerrou os olhos, o nariz contraindo. "Que barulheira é essa?", ele murmurou. Ele olhou para baixo e avistou uma pequena abelha ferida lutando na varanda do farol, suas asas dobradas em um ângulo estranho. Ao lado da abelha, havia uma página descartada de um antigo livro de remédios herbais, detalhando como o mel pode curar feridas.

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"Ah, sua coisinha pobre!" Berry exclamou, pegando a abelha gentilmente. "Vou te chamar de... Buzz!" Ele se lembrou de algo que seu avô lhe disse uma vez. "Como Leonardo da Vinci disse, 'Nossa vida é feita pela morte dos outros.' Significando que ajudar você é a coisa certa a fazer; é nosso dever ajudar uns aos outros!" Berry correu para dentro do farol, determinado a ajudar Buzz.

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Berry aplicou cuidadosamente um pouco de mel nas asas feridas de Buzz, exatamente como o livro de remédios de ervas descrevia. "Pronto, amiguinho", ele murmurou. Buzz zumbiu fracamente e então começou a limpar suas antenas. Um largo sorriso se espalhou pelo rosto de Berry. Ele gentilmente colocou Buzz em um parapeito de janela com vista para o mar pintado.

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Dias viraram semanas, e Buzz se tornou o companheiro constante de Berry. Eles exploraram o farol juntos, Buzz zumbindo alegremente em volta da cabeça de Berry. Então, uma manhã, Berry descobriu que as flores pintadas que ele havia plantado estavam crescendo descontroladamente. "Meu Deus, Buzz! Essas flores estão crescendo rápido demais!", exclamou Berry, perplexo.

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Berry tentou podar as flores, mas elas cresceram ainda mais rápido. Ele as regou menos, mas elas ainda explodiram em crescimento. "O que vou fazer, Buzz? Eu sempre soube como cuidar delas, mas agora nada está funcionando!", lamentou Berry. O farol estava virando uma selva!

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Buzz, sentindo a aflição de Berry, zumbiu apressadamente em direção ao velho livro de remédios herbais. Ele pousou em uma página coberta de símbolos estranhos. "Você quer que eu leia isso?", Berry perguntou. Ele apertou os olhos para os símbolos. "Parece... uma dança das abelhas!", exclamou. "Talvez essas flores estejam respondendo a algo nas vibrações do farol, amplificadas pela tinta do mar."

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"Esses símbolos... eles representam vibrações!", Berry exclamou. "E o mar pintado... não é só tinta! Está cheio de minerais que amplificam o som! Precisamos harmonizar a energia do farol!" Berry percebeu que poderia usar o conhecimento do livro de remédios herbais para reajustar a lâmpada gigante do farol, a fonte sonora. Ele sabia exatamente o que fazer. "É isso, Buzz! É assim que nos ajudamos!"

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Berry ajustou cuidadosamente a frequência da lâmpada, criando um zumbido suave que ressoava por todo o farol. As flores começaram a desacelerar seu crescimento, balançando gentilmente na nova vibração. "Está funcionando, Buzz! Está funcionando!", Berry gritou, sentindo um alívio imenso. Ele e Buzz haviam salvado o farol e a casa deles.

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Olhando para o mar pintado com Buzz empoleirado em seu ombro, Berry sorriu. "Aprendemos que até a tinta pode mudar o mundo, e com empatia pelos que nos rodeiam, podemos ajudar uns aos outros. Parece que meu avô estava certo." Se a gravidade funciona em todo lugar, onde Berry e Buzz se aventurarão em seguida? É exatamente isso que vamos explorar na próxima vez.