Cleopatra's Kitten and the Nile Quest

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Ameena pulava pelo labirinto cintilante, seu gatinho, Pyramus, saltitando atrás dela. "Espere por mim, Pyramus!", ela riu, sua voz ecoando estranhamente. Cada curva revelava outro reflexo, outro futuro possível cintilando logo além do alcance. Ela se perguntava que maravilhas estariam escondidas dentro daquele labirinto de espelhos.

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"Olha, Píramo!" Ameena exclamou, apontando para uma pequena caixa de madeira, ricamente entalhada, aninhada entre dois espelhos. Ela a abriu cuidadosamente, revelando um pergaminho de papiro enrolado. "O que diz?" ela se perguntou em voz alta. Desenrolando o pergaminho, ela viu um mapa marcado com símbolos estranhos e o título: "O Caminho para a Beleza Interior".

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"O Caminho para a Beleza Interior?", perguntou uma velha sábia ao se aproximar. Ela vestia uma túnica simples de cor areia e um toucado que lembrava uma cobra. "Aquele mapa, criança, leva a uma nascente que revela o verdadeiro eu de cada um." Ameena olhou para Píramo, depois de volta para a mulher. "Como Leonardo da Vinci disse uma vez: 'A simplicidade é a sofisticação máxima.' Parece que esta jornada exige que nos livremos de nossas dúvidas", Ameena afirmou com firmeza. "Nós devemos ir!"

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O mapa os levou a um beco sem saída – uma parede de espelhos refletindo apenas eles mesmos. "E agora?", Ameena suspirou, batendo o pé impacientemente. Píramo começou a bater em um dos espelhos, que emitiu um som estranho e oco. "Talvez não seja o que vemos, mas o que ouvimos?", Ameena ponderou.

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"Escutem!", Ameena exclamou, pressionando a orelha contra o espelho. Ela ouviu um leve som de gotejamento vindo de trás dele. Ela traçou a borda do espelho, descobrindo uma trava escondida. Com um clique, o espelho se abriu para dentro, revelando uma passagem estreita. "Gatinho esperto!", ela elogiou Pyramus, dando-lhe um tapinha gentil.

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A passagem os levou para a escuridão. "Não consigo ver nada!", Ameena choramingou. De repente, Píramo começou a brilhar, sua pelagem emitindo uma luz suave e dourada. "Você consegue brilhar?", Ameena ofegou, surpresa. Mas a luz revelou um abismo que se estendia diante deles. "Como vamos atravessar isso?", ela exclamou.

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"Espera", Ameena disse, lembrando-se de algo. "O pergaminho! Ele mencionava uma forma de atravessar abismos usando apenas reflexos e o luar!" Ela desenrolou o pergaminho novamente. "Se angulamos os espelhos da maneira certa, eles podem criar uma ponte de luz!" Ela direcionou Pyramus para que ele apontasse sua luz para os espelhos que revestiam a borda do abismo.

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Trabalhando juntos, eles inclinaram os espelhos. Uma ponte cintilante de luz apareceu sobre o abismo. Ameena cuidadosamente pisou na ponte. "Lembre-se do que o pergaminho disse", ela sussurrou. "Concentre-se na luz, não na escuridão." Ela olhou para Pyramus. Cada passo parecia seguro. Ela riu. "Você estava certo o tempo todo! Isso é incrível!"

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Do outro lado, elas encontraram uma pequena nascente. Enquanto Ameena olhava para a água, ela não via seu reflexo. Ela via a bondade em seu coração, a coragem em seu espírito e o amor por sua amiga. "Eu entendi agora!" ela sorriu. "Não era sobre mudar minha aparência, mas sobre ver quem eu realmente sou."

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"Nós conseguimos, Píramo", disse Ameena, abraçando seu gatinho com força. Ela sabia que o labirinto estaria sempre lá, cheio de infinitas possibilidades. Mas agora, ela também sabia que a verdadeira beleza vinha de dentro. "É só com o coração que se pode ver direito", disse ela a Píramo, "o essencial é invisível aos olhos", assim como Antoine de Saint-Exupéry escreveu em O Pequeno Príncipe.