Elara and the Seven Silken Stars

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"Depressa, Elara! As Estrelas Sedosas não esperarão para sempre!", bradou Grock, sua voz ecoando pela vasta caverna. Elara, uma jovem e determinada corredora de rio, ajustou seus óculos e sorriu. A corrida anual do rio estava prestes a começar, e este ano ela estava determinada a vencer. A linha de partida cintilava com a luz refletida, um redemoinho giratório no rio subterrâneo.

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"Você se lembrou das pedras-luminosas, Elara?", perguntou Pip, sua melhor amiga, mexendo nervosamente com seus próprios óculos de proteção. Elara deu um tapinha em sua pequena sacola. "Claro! E eu até encontrei algumas pedras de rio extras lisas." Os olhos de Pip se arregalaram, "Aquelas que o velho Baruk diz que os antigos pilotos usavam para prever as correntes do rio? Ele disse que essas correntes eram como eles encontravam novas veias de pedras preciosas."

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Baruk, um velho e experiente guia de rio com uma longa barba branca trançada com musgo de rio, mancava ao se aproximar. "Lembrem-se, competidores", ele rangia, com a voz rouca, "'A jornada de mil milhas começa com um único passo', como disse o sábio Lao Tzu. Cada remada, cada corrente, cada escolha importa. Confiem na sua equipe, confiem nos seus instintos." Elara assentiu, sentindo uma onda de determinação. "Não vamos decepcioná-lo, Baruk", ela disse.

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A buzina de partida soou, uma nota profunda e ressonante que vibrou pela caverna. Elara e Pip partiram em sua elegante jangada fluvial cravejada de pedras preciosas. "Pronta, Pip?", Elara gritou sobre o rugido da água. "Pronta como nunca estarei!", Pip gritou de volta, pegando seu remo. Mas ao contornarem a primeira curva, viram um enorme redemoinho bloqueando seu caminho.

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"O que a gente faz?", Pip gritou, a voz cheia de pânico. "Eu li sobre isso!", Elara exclamou. "São causados por formações geológicas instáveis abaixo do leito do rio! Diz aqui que navegadores fluviais experientes às vezes conseguem usar as correntes para escapar, mas é incrivelmente perigoso." Enquanto diz isso, Elara avista um brilho estranho em uma parede da caverna.

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De repente, uma voz áspera ecoou: "Sai da frente, nanico!". Uma jangada muito maior e mais rápida, impulsionada pelos corpulentos gêmeos Gorgon, avançou na direção deles. "Eles vão tentar nos jogar no redemoinho!", Pip guinchou. A mente de Elara disparou; perder não era apenas uma questão de orgulho. Se fossem arrastados para o redemoinho, a jangada deles seria esmagada, e levaria semanas para reconstruí-la.

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"Lembra das pedras do rio que Baruk mencionou?", Elara disse, pegando uma e jogando-a na água. "Observe as correntes!" Pip, entendendo instantaneamente, examinou a superfície do rio. "Ali! Uma leve mudança para a esquerda!", ela gritou. Elara guiou na direção da mudança, evitando por pouco a tentativa de abalroamento dos gêmeos Gorgon. "Boa, Pip!", Elara sorriu.

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Enquanto as gêmeas Górgonas se preparavam para outro ataque, Elara viu o brilho novamente, mais forte agora. "É isso!" ela exclamou. "Os antigos pilotos usavam correntes ocultas para navegar nessas cavernas. O brilho... é uma veia de gemas concentradas, criando um campo magnético único que afeta o fluxo da água. Siga o brilho, Pip!" "Mas como?" Pip perguntou, sua voz cheia de desespero. Elara disse: "Lembre-se do que Baruk sempre diz: 'Sempre há luz, se apenas formos corajosos o suficiente para vê-la', como disse Amanda Gorman, confie no seu coração, Pip!"

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Fechando os olhos, Pip se concentrou, sentindo o puxão sutil do campo magnético. "Esquerda! Guina forte para a esquerda, Elara! Eu consigo sentir!" Elara guinou bruscamente, a jangada deslizando sem esforço pela água agitada, guiada pela corrente invisível. As gêmeas Górgonas, pegas de surpresa, foram arrastadas para o redemoinho, seus gritos sumindo enquanto giravam impotentes. Elas tinham evitado o desastre!

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Seguras do outro lado do redemoinho, Elara e Pip gritaram de alegria. "Conseguimos, Pip! Nós realmente conseguimos!", disse Elara, abraçando a amiga. Pip riu. "Trabalho em equipe e um pouco de conhecimento antigo do rio... quem diria?" A luz do sol entrava por uma fenda antes escondida no teto da caverna. A corrida continuava, mas para elas, já era uma vitória.