How Plants Eat Sunlight

Ravi, com seus cabelos pretos encaracolados bem rentes à cabeça, driblava sua bola de basquete pela calçada em frente à Escola de Ensino Fundamental Everett. Ele parou, olhando para uma sequoia imponente no pátio da escola. "Ei, Amara", ele chamou, observando-a se aproximar com seus cabelos castanhos-caramelo médios e encaracolados com reflexos de sol. "Como essas árvores ficam tão grandes, se começam como sementes minúsculas?"

"Boa pergunta, Ravi!", Amara respondeu, ajustando a mochila. "Eu estava lendo sobre isso na aula de ciências, na verdade. Tem algo a ver com a fotossíntese, certo?" Uma terceira colega, Petra, com longos cabelos esvoaçantes pretos como a noite e um sutil brilho azul, juntou-se a elas. "Sim", Petra interveio, "é assim que as plantas comem a luz do sol e fazem sua própria comida. É tão estranho pensar que as plantas podem, tipo, viver só de luz."

Ravi franziu a testa, "'O importante é nunca parar de questionar', Petra!" Ravi citou. "Albert Einstein disse isso e é tão verdade. Como uma árvore realmente 'come' luz? Parece coisa de conto de fadas." O ar ao redor deles cintilou, e de repente o pátio da escola desapareceu, substituído por um vasto campo de trigo sob um sol escaldante.

Uma voz chamou: "Bem-vindos ao meu humilde laboratório!" Um homem com uma longa barba branca e óculos estava no meio do campo, cercado por estranhos aparatos. Este era Jan Ingenhousz, um cientista holandês do século dezoito, conhecido por seus experimentos sobre fotossíntese. Ele era famoso por sua curiosidade, passando horas observando plantas em seu jardim.

Ingenhousz riu, ajustando os óculos. "Meu vizinho sempre reclamou que eu estava mais interessado nas minhas plantas do que na sociedade educada!" Ele ergueu um pote cheio de água verde. "Mas eu sabia que algo incrível estava acontecendo dentro dessas folhas. Eu tenho tentado entender isso por anos."

"Observe", disse Ingenhousz, colocando uma planta aquática na água, selando-a sob um frasco invertido. "Quando a luz do sol incide sobre a planta, bolhas começam a se formar. Essas bolhas são oxigênio! As plantas usam a luz do sol para dividir a água em hidrogênio e oxigênio. Elas liberam o oxigênio e usam o hidrogênio e o dióxido de carbono para fazer seu próprio alimento – açúcares!" Ele apontou para um quadro branco com uma equação química desenhada.

"Essa descoberta", explicou Ingenhousz, "é a base de toda a vida na Terra. As plantas criam o próprio ar que respiramos e a comida que comemos! Sem a fotossíntese, não haveria animais, nem humanos, nada! Não é incrível?" Curiosidade, Ravi, Amara e Petra: a árvore mais antiga da Terra tem uma idade estimada em mais de cinco mil anos!

De repente, eles estavam de volta à Everett Middle School, parados sob a imponente sequoia. "Uau", Amara disse, balançando a cabeça, "Eu nunca tinha pensado nisso dessa forma antes. Então as plantas são basicamente fábricas de alimentos movidas a energia solar?" Ravi sorriu, "Sim, e elas nos dão o oxigênio que precisamos para viver!" Petra, parecendo pensativa, disse "É tão estranho pensar que precisamos ter árvores para sobreviver."

"Pensem bem," Ravi disse, tirando seu caderno. "É como se... toda a nossa comida viesse de plantas, ou de animais que comem plantas!" Amara exclamou: "E todo o oxigênio que respiramos também vem delas!" Petra acrescentou: "O ciclo da vida depende das plantas! Está tudo conectado!" Curiosidade, pessoal: o som viaja quatro vírgula três vezes mais rápido na água do que no ar!

Ravi sorriu. "A fotossíntese é como as plantas 'comem' a luz do sol e fazem sua própria comida, o que, em última análise, sustenta quase toda a vida na Terra!" Amara perguntou, inclinando a cabeça. "Isso é incrível, mas se as plantas usam a luz do sol para energia, o que nós usamos para energia?"