Never Trust a Squirrel with Socks

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Barnaby Buttercup pulou pelas dunas carmesim, suas meias descombinadas esvoaçando ao vento. "Anda logo, Penelope!", ele chamou para sua companheira, um pequeno texugo azul que lutava para acompanhar o ritmo. Penelope bufou, suas patinhas afundando na areia ocre. "Precisamos sempre atravessar o Deserto Pintado logo depois do café da manhã, Barnaby?", ela resmungou.

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Barnaby parou abruptamente, fazendo com que Penelope esbarrasse nele. "Olha, Penelope! Uma placa!" Ele apontou para um poste de madeira torto saindo da areia, com um pedaço de pergaminho esfarrapado pregado nele. Penelope apertou os olhos para a placa. "Diz, 'Cuidado com o Esquilo Ladrão de Meias!' E embaixo, uma pequena mochila, cheia de... meias?"

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"Um esquilo ladrão de meias?" Penelope zombou. "Parece absurdo! Não confio nisso, Barnaby." Barnaby ponderou por um momento, acariciando o queixo. "Bem", ele declarou, "como Leonardo da Vinci disse, 'Aquele que não é um bom homem não pode reconhecer a bondade nos outros.' Talvez o esquilo não seja tão mau. Vamos encontrá-lo!" Penelope suspirou. "Ah, Barnaby, seu otimismo vai nos meter em encrenca, mas tudo bem, vamos lá."

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Eles seguiram uma trilha de meias espalhadas mais fundo no deserto.

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Dentro da caverna, estava fresco e escuro. "Olá?", Barnaby chamou, sua voz ecoando. De repente, uma pequena criatura peluda disparou de trás de uma rocha, agarrando uma meia em suas patas. Era um esquilo, mas diferente de qualquer um que eles já tinham visto — este usava óculos minúsculos e um colete em miniatura. "Saudações!", o esquilo guinchou. "Eu sou o Professor Nutsy, fornecedor de pulôveres pulchritudinosos... ou, bem, meias!"

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Penelope batia o pé impacientemente. "Então, você é um ladrão de meias!" Professor Nutsy torceu as patas. "Prefiro 'conhecedor de meias!' Mas, infelizmente, você está certa." Barnaby deu um passo à frente. "E se", ele disse, "pudéssemos ajudá-lo a encontrar meias de uma forma mais... ética? Poderíamos tricotá-las para você! Penelope é uma tricoteira brilhante!" Penelope engasgou. "Barnaby!"

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Os olhos do Professor Nutsy se arregalaram. "Meias de tricô? Para mim?" Penelope suspirou e tirou um pouco de lã da mochila. "Muito bem", ela resmungou. Ela rapidamente tricotou uma minúscula meia azul. O Professor Nutsy, tomado pela alegria, exclamou: "Eureka! Estas meias são simplesmente divinas! Você é um gênio, Penelope." Ele entregou a ela um pequeno livro: "Em troca destas lindas meias, eu lhe dou a história completa do Painted Desert. Vocês dois descobrirão como esta região foi feita, por um dos personagens mais singulares da história!"

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Barnaby pegou o livro ansiosamente. "A história do Deserto Pintado! Incrível!" Penelope sorriu. "Talvez tricotar meias para um esquilo não seja tão ruim, afinal", ela admitiu. O Professor Nutsy, usando sua nova meia como um pequeno chapéu, declarou: "De hoje em diante, serei conhecido como Nutsy, o Conhecedor Ético de Meias! E só usarei meias que me forem dadas."

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Enquanto o sol se punha sobre o Deserto Pintado, projetando longas sombras pelas dunas, Barnaby, Penelope e Professor Nutsy caminhavam em direção ao horizonte. "Bem, isso foi uma aventura!", exclamou Barnaby. Penelope assentiu. "De fato. E eu aprendi uma lição valiosa: nunca subestime o poder de um bom par de meias, ou o poder de um bom amigo."