Professor Bumble's Bottomless Banana Bread

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"Mais rápido, Pip!" Professor Bumble ofegou, seus óculos balançando no nariz. Pip, um pequeno texugo marrom com uma mochila quase tão grande quanto ele, correu à frente. "Quase lá, Professor! Já consigo sentir o cheiro das bananas!" Eles estavam a caminho do Grande Concurso de Bolo de Banana, e o Professor Bumble estava determinado a vencer, ou pelo menos a provar cada um dos participantes.

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O Bake-Off fervilhava de atividade. Mesas de cavalete gemiam sob o peso de pães de banana em todas as formas imagináveis. "Olha, Professor!", guinchou Pip, apontando uma patinha minúscula para um pão de aparência peculiar. Ele cintilava levemente, e uma pequena placa dizia: "Pão de Banana Sem Fim da Vovó Resmungona". O Professor Bumble ajustou seus óculos, intrigado. "Sem fim, você diz?"

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Vovó Resmungona, uma velhinha enrugada com um brilho maroto nos olhos, riu. "De fato, querida. Nunca acaba!" Ela piscou. "Mas esteja avisada, 'Com grandes poderes vêm grandes responsabilidades', como aquele sábio Homem-Aranha disse uma vez... ou talvez tenha sido outra pessoa. De qualquer forma, tem um porém!" O Professor Bumble acariciou a barba pensativamente. "Precisamos tentar, Pip! Pela ciência!"

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O Professor Bumble pegou uma fatia. Estava deliciosa! Tão deliciosa, de fato, que ele pegou outra. E outra. Logo, ele tinha comido metade do pão! "Oh, meu Deus!" gritou Pip, observando com horror. "Professor, você está ficando... amarelo!" De fato, o rosto do Professor Bumble estava assumindo um tom distintamente parecido com o de uma banana.

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O amarelamento se espalhava pelo pescoço dele. Ele estava se tornando uma banana ambulante e falante! "Isso não é bom!", exclamou ele, com a voz agora estranhamente aguda. Pip lembrou-se de algo que lera no caderno do Professor Bumble: "O antídoto para a banana-ificação excessiva é... suco de limão concentrado!". Mas onde eles encontrariam isso?

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"A Dama da Limonada!", gritou Pip, lembrando-se de uma barraca no lado oposto da praça. Ele disparou pela multidão, desviando de tornozelos e cestas de piquenique. Mas a Dama da Limonada estava sem limões! "Ai, meu Deus, ai, meu Deus!", ela lamentou. "Usei todos para a minha limonada especial extra-azedinha!"

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Desesperado, Pip pegou uma jarra de limonada extra-azedinha. "É melhor do que nada!", ele raciocinou. Ele correu de volta para o Professor Bumble, que agora balançava precariamente. "Beba isto, Professor! Rápido!", ele insistiu, segurando a jarra.

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O Professor Bumble engoliu a limonada. Seu rosto enrugou. Estava incrivelmente azeda! Mas, lentamente, o amarelo desapareceu. Ele era ele mesmo novamente! "Pip, seu texugo esperto!", ele exclamou, abraçando seu amigo. "Essa foi por pouco! Eu quase me tornei uma banana senciente!"

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"O Pão de Banana Sem Fim... sumiu!" Vovó Resmungona disse enquanto eles olhavam. A mesa tinha sumido! "Deve ter sido uma ilusão para demonstrar... moderação", ela disse. O Professor Bumble coçou a cabeça. "Bem, Pip, parece que às vezes menos é mais. E talvez, só talvez, eu precise maneirar um pouco no pão de banana. Afinal, eu posso ser 'o mais sábio da Terra, isso significa que tenho tudo a aprender', como disse Sócrates."

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Enquanto caminhavam para casa, Pip mordiscava uma banana comum. "Talvez no ano que vem, Professor", disse ele, "possamos inscrever nossa própria receita de bolo de banana!" O Professor Bumble sorriu. "De fato, Pip. E desta vez, vamos garantir que não deixe ninguém amarelo!"