Sky Song: A Sparrow's Kindness

Sky Song: A Sparrow's Kindness — cover Sky Song: A Sparrow's Kindness — page 1

"Olha, Anika!", exclamou Tara, apontando para um caleidoscópio giratório de cores. O deserto pintado se estendia diante delas, dunas ondulando com tons de lavanda, carmesim e ouro. Anika apertou os olhos, protegendo-os com uma mão enluvada. "Nunca vi nada parecido! Vamos ver se conseguimos encontrar Sky Song."

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De repente, um pequeno pardal ferido esvoaçou até os pés delas. "Oh, pobrezinho!", Anika exclamou, pegando o pássaro gentilmente. Tara examinou a asa dele. "Está quebrada. Precisamos ajudá-lo." Ao lado, jazia um mapa antigo, quase apagado pelo tempo, mostrando o caminho do deserto. "Isso é estranho... mas talvez devamos guardá-lo?"

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"Devemos seguir o mapa", Anika declarou, cuidadosamente prendendo o pardal em sua sacola. "Mas e se nos levar ao perigo?", Tara perguntou, com a testa franzida. Anika sorriu tranquilizadoramente. "Como Helen Keller disse, 'Mantenha seu rosto sempre voltado para o sol, e as sombras cairão atrás de você.' Este pequeno pardal precisa da nossa ajuda, e este mapa parece importante."

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O mapa os levou a um cânion estreito onde as paredes brilhavam com musgo fosforescente. "Isso é incrível!", exclamou Tara, estendendo a mão para tocar a superfície brilhante. De repente, o chão começou a tremer! "Um terremoto!", gritou Anika, pegando a mão de Tara. Uma cascata de pedras desabou, bloqueando o caminho deles.

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Anika notou uma série de símbolos esculpidos em uma das rochas caídas. "Estes combinam com os símbolos do mapa!", ela exclamou. Tara cuidadosamente removeu a poeira, revelando uma sequência de desenhos que mostravam um pássaro voando para cima. "Parece... uma passagem escondida acima!", ela percebeu.

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Eles subiram com cuidado, alcançando uma pequena saliência que dava para um vasto abismo. Um vento forte uivava, ameaçando derrubá-los. O pardal chilreou fracamente de dentro da sacola de Anika. "Não podemos atravessar isso!", Tara gritou, agarrando-se à parede de pedra. Anika sentiu uma onda de desespero. O mapa antigo era inútil agora.

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"Espera", Anika disse, lembrando-se de algo. "Eu li que os pardais do deserto navegam pelo som do vento. Talvez... talvez nosso amiguinho possa nos guiar." Ela gentilmente tirou o pardal de sua sacola. "Você consegue ouvir o vento, Canto do Céu? Você consegue nos mostrar o caminho?"

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Sky Song chilreou alto, depois esvoaçou em direção a uma corrente de ar fraca, quase invisível. "Por ali!", Anika gritou, apontando. "O pardal sabe!", exclamou Tara. Elas seguiram o pássaro, navegando cuidadosamente por uma série de passagens estreitas escondidas na face da rocha. A trilha fraca as levou à segurança.

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Eles emergiram do outro lado, onde Anaya estava esperando. "Eu estava preocupada!", ela exclamou, correndo para abraçá-los. Sky Song chilreou feliz, sua asa finalmente curada graças ao cuidado deles. "Vocês dois são incríveis", ela disse, "Mas estou tão feliz em vê-los!"

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"Aprendemos que até a menor criatura pode nos guiar, e até os mapas mais antigos podem nos ensinar", disse Anika, sorrindo. "E a bondade sempre leva a descobertas inesperadas." Tara assentiu. "Isso só mostra o poder da amizade e a beleza da natureza, se você prestar atenção!" O deserto pintado cintilava, um testemunho da jornada delas e da bondade do pardal.