The Clockwork Labyrinth of Dreams

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Bem acima das nuvens cintilantes, onde as cidades flutuavam em brisas suaves, vivia Moana. Sua casa, Gearhaven, era famosa por seus intrincados mecanismos de relojoaria que moviam tudo. "Não é incrível, Leandro?", Moana perguntou, olhando para as engrenagens giratórias da torre do relógio central da cidade. Leandro assentiu, com os olhos arregalados de admiração: "Dizem que ele até controla o Tecelão de Sonhos, a máquina que envia sonhos para todos nas cidades das nuvens!"

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Um dia, uma mensagem peculiar zumbiu do comunicador de pulso de Moana: "Urgente! Tecelão de Sonhos com defeito. Dirija-se ao Labirinto imediatamente." O coração de Moana deu um salto; o Labirinto de Engrenagens era um lugar perigoso! "Temos que ir, Leandro!", ela exclamou, pegando a mão dele. Ela lhe mostrou uma pequena engrenagem de madeira intrincadamente esculpida que ela sempre guardava no bolso, um presente de seu avô: "O vovô disse que era uma espécie de chave, para encontrar o caminho quando se está perdido."

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Eles correram para a entrada do Labirinto, um vórtice rodopiante de engrenagens de relógio e corredores mutáveis. Um Obinna de aparência severa, um guarda com cabelo castanho escuro curto e bem penteado com uma risca lateral, estava bloqueando o caminho deles. "Parem!", Obinna comandou. "Ninguém tem permissão para entrar no Labirinto! É muito perigoso!" Moana franziu a testa. "Mas nós temos que ir, Obinna. Eu ouvi dizer que ele controla nossos sonhos. E como Leonardo da Vinci disse uma vez: 'Fiquei impressionado com a urgência de fazer. Saber não é o suficiente; devemos aplicar.'"

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"Eu entendo sua urgência, Moana, mas ordens são ordens. O Regulador de Sonhos o desativou", Obinna suspirou, mas Moana não desistiu. "Deve haver um jeito! E se todo mundo parar de sonhar?", ela exclamou. Obinna fez uma pausa, considerando. "Muito bem", ele cedeu, "mas leve este mapa. Os corredores mudam a cada hora. Sem ele, você estará perdida para sempre."

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Dentro do Labirinto, engrenagens zumbiam e o vapor sibilava. Corredores se torciam e viravam, tornando impossível saber para onde ir. "O mapa mostra uma passagem secreta atrás da Grande Engrenagem", Moana anunciou, consultando o pergaminho. Eles encontraram a Grande Engrenagem, um mecanismo enorme que alimentava uma seção do Labirinto. "Você sabia que essas engrenagens dependem de algoritmos complexos, Leandro? É como um quebra-cabeça gigante controlando nossos estados de sonho!"

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De repente, o chão tremeu. Uma voz estrondosa ecoou: "Intrusos! O Regulador de Sonhos proíbe a adulteração do Tecedor de Sonhos!" Uma seção do corredor se fechou, prendendo-os. "Estamos presos!", Leandro gritou, com medo na voz. Moana, no entanto, recusou-se a entrar em pânico. "Temos que encontrar outra maneira. Não podemos deixar o Regulador de Sonhos nos parar! Os sonhos são muito importantes!"

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Moana examinou a engrenagem de madeira de seu avô. "O mapa!", ela exclamou, "Ele mostra um símbolo que combina com a engrenagem! Aposto que isso destranca algo!" Juntos, eles localizaram uma pequena abertura perto da porta selada. Moana inseriu cuidadosamente a engrenagem. Com um clique, a parede deslizou, revelando uma passagem secreta. "Vamos", disse Leandro, "Temos que consertar o Tecelão de Sonhos."

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Eles finalmente alcançaram o Tecelão de Sonhos – uma máquina colossal com incontáveis mostradores, alavancas e fios. Ela engasgava erraticamente, projetando sombras estranhas. De repente, uma figura holográfica apareceu. "Eu sou o Regulador de Sonhos", ela trovejo. "Vocês não vão interferir! Sonhos são uma perda de tempo!" Mas Moana se manteve firme. "Sonhos não são uma perda! Eles são o que nos inspira!"

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Moana notou uma engrenagem faltando no painel de controle do Tecelão de Sonhos. "A engrenagem de madeira!", ela percebeu. Com as mãos trêmulas, ela a inseriu no espaço vazio. O Tecelão de Sonhos zumbiu, suas luzes estabilizaram, e o Regulador holográfico piscou, depois desapareceu. "Está funcionando!", Leandro vibrou. "Eu te disse que os sonhos eram importantes", Moana disse sorrindo, abraçando o amigo.

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De volta a Gearhaven, os cidadãos dormiam profundamente, seus sonhos cheios de maravilha. "Nós conseguimos, Leandro! Nós salvamos os sonhos!" Moana sorriu. "Sim, mas também aprendemos algo importante", Leandro respondeu. "Defender aquilo em que você acredita, mesmo quando é difícil, é sempre a coisa certa a fazer. E às vezes, uma pequena engrenagem de madeira pode mudar o mundo!" Ambos riram, olhando para a cidade flutuante nas nuvens. "Se a imaginação cria a realidade", Moana ponderou, "então, como Walt Disney disse uma vez, 'Todos os nossos sonhos podem se tornar realidade, se tivermos a coragem de persegui-los'".