The Jungle Maze — Ler em português

Os títulos das histórias ainda aparecem em inglês; o texto de cada história está em português.

The Jungle Maze — capa do livro — Wonder Books Nas profundezas da Amazônia, onde o ar era denso e as árvores se erguiam como gigantes esmeralda, viviam Leo e Maya. Leo, com o nariz perpetuamente enfiado em…

Nas profundezas da Amazônia, onde o ar era denso e as árvores se erguiam como gigantes esmeralda, viviam Leo e Maya. Leo, com o nariz perpetuamente enfiado em um livro, sonhava com cidades perdidas. Maya, ágil e corajosa, sonhava em encontrá-las. Em uma tarde escaldante, enquanto rastreava uma rara arara-azul, Maya parou, com os olhos arregalados. "Leo, olhe!", ela exclamou, apontando para uma fenda escura na terra. Uma caverna escondida pulsava com uma luz turquesa de outro mundo. Leo ofegou, deixando cair o livro. "Uma cidade perdida?", ele sussurrou. Vagalumes dançavam ao redor da entrada misteriosa, chamando-os para mais perto.

Hesitante, Leo seguiu Maya para dentro da caverna. O ar ficou mais frio, trazendo o cheiro de terra úmida e orquídeas desabrochando. "Este lugar...

Hesitante, Leo seguiu Maya para dentro da caverna. O ar ficou mais frio, trazendo o cheiro de terra úmida e orquídeas desabrochando. "Este lugar... não está em nenhum mapa", Leo murmurou, apertando seu livro agora enlameado. Eles se aventuraram mais fundo, o brilho turquesa iluminando paredes cobertas de símbolos estranhos. MAS, ao contornarem uma curva, o túnel se abriu para um vasto labirinto subterrâneo. Paredes de cipós retorcidos, cintilando como esmeraldas, estendiam-se em todas as direções. Maya estremeceu, apesar da umidade. "Esta não é uma caverna comum, Leo", ela disse, a voz quase um sussurro. "Este é o Labirinto da Selva."

Leo engoliu em seco. "O Labirinto da Selva? O que é isso?" Maya deu de ombros. "A lenda diz que ele testa sua coragem e bondade.

Leo engoliu em seco. "O Labirinto da Selva? O que é isso?" Maya deu de ombros. "A lenda diz que ele testa sua coragem e bondade. Só aqueles com corações puros conseguem encontrar o caminho." Leo hesitou. Ele preferia livros à bravura. "Talvez devêssemos voltar?", ele sugeriu. MAS os olhos de Maya brilhavam com determinação. "Não! Chegamos até aqui. Temos que ver o que há no final." PORTANTO, com um suspiro profundo, ela pegou a mão de Leo novamente. "Vamos! A aventura nos espera! E além disso", ela acrescentou com um sorriso, "o que é uma cidade perdida sem um pequeno desafio?"

O labirinto se torcia e virava, as paredes de cipós se fechando ao redor deles. O primeiro desafio apareceu na forma de um macaco tagarela guardando uma…

O labirinto se torcia e virava, as paredes de cipós se fechando ao redor deles. O primeiro desafio apareceu na forma de um macaco tagarela guardando uma passagem estreita. Ele pegou o livro de Leo e o segurou bem acima da cabeça. "Devolva!" Leo gritou. O macaco balançou a cabeça, tagarelando mais alto. "Ele quer algo em troca", Maya percebeu. "Pense, Leo! O que ele quer?" Leo olhou em volta e avistou um cacho de mangas maduras. Ele ofereceu uma ao macaco, MAS outro macaco apareceu, guinchando de ciúmes.

"Aha! Ele quer que a gente divida!" Maya declarou. Ela cuidadosamente dividiu a manga entre os dois macacos. Eles devoraram a fruta avidamente, então…

"Aha! Ele quer que a gente divida!" Maya declarou. Ela cuidadosamente dividiu a manga entre os dois macacos. Eles devoraram a fruta avidamente, então, contentes, o primeiro macaco devolveu o livro de Leo e saiu correndo. Ao passarem pela passagem, eles descobriram uma gruta escondida. Uma piscina de água cristalina refletia as videiras cintilantes acima. No centro da piscina, uma única e luminosa flor de lótus desabrochava. "A lenda diz que o lótus revela caminhos escondidos", Leo sussurrou, lembrando-se de uma passagem de um de seus muitos livros. Tocar na flor revelou um novo caminho, iluminado por cogumelos bioluminescentes.

Seguindo o caminho iluminado por cogumelos, eles chegaram a um desfiladeiro profundo atravessado por uma ponte de cordas precária.

Seguindo o caminho iluminado por cogumelos, eles chegaram a um desfiladeiro profundo atravessado por uma ponte de cordas precária. Ao pisarem cautelosamente na ponte, ela começou a balançar violentamente. "Não gosto disso!", Leo gritou, agarrando-se às cordas. De repente, uma seção da ponte se rompeu! Leo engasgou, perdendo o controle. Ele despencou em direção ao desfiladeiro abaixo. Maya gritou. Ela avançou, tentando pegá-lo, MAS ela estava apenas um momento atrasada. PORTANTO, Leo despencou na escuridão abaixo. "Leo!", ela guinchou, sua voz ecoando no abismo.

The Jungle Maze — page 7 illustration — Wonder Books

Lágrimas escorriam pelo rosto de Maya. "Leo! Eu tenho que salvá-lo!", ela gritou. Respirando fundo, ela desceu cuidadosamente por um cipó próximo, determinada a alcançar o fundo do desfiladeiro. No chão do desfiladeiro, Leo aterrissou suavemente em uma espessa cama de musgo. Ele estava abalado, mas ileso. "Maya! Eu estou bem!", ele chamou. MAS ele estava cercado por cipós espinhosos, prendendo-o. "Não consigo me mover!", ele gritou. Maya rapidamente começou a cortar os cipós espinhosos com sua pequena faca, suas mãos pequenas e rápidas fazendo o trabalho em pouco tempo.

Finalmente, Maya libertou Leo da prisão de espinhos. Ele a abraçou apertado. "Obrigado, Maya! Você salvou minha vida!" De repente, o chão começou a tremer.

Finalmente, Maya libertou Leo da prisão de espinhos. Ele a abraçou apertado. "Obrigado, Maya! Você salvou minha vida!" De repente, o chão começou a tremer. Um colossal rosto de pedra emergiu da parede do desfiladeiro, seus olhos brilhando em vermelho. Uma voz estrondosa ecoou pelo labirinto. "VOCÊS DEMONSTRARAM CORAGEM E BONDADE!" trovejou o rosto. "MAS O VERDADEIRO TESTE PERMANECE!" O rosto de pedra abriu a boca, revelando um vórtice de luz giratório. "Somente a beleza interior pode passar por este portão final!"

Leo e Maya se entreolharam, confusos. O que a beleza interior tinha a ver com aquilo? De repente, Leo percebeu algo. Ele sempre havia confiado em seus livros…

Leo e Maya se entreolharam, confusos. O que a beleza interior tinha a ver com aquilo? De repente, Leo percebeu algo. Ele sempre havia confiado em seus livros, mas a coragem e a bondade de Maya os haviam salvado. Ele sorriu para ela. "Vá você primeiro, Maya", ele a incentivou. Hesitante, Maya deu um passo em direção ao vórtice. Enquanto ela fazia isso, a luz giratória se intensificou e depois se acalmou. O rosto de pedra assentiu lentamente e o vórtice cintilou e desapareceu. Um novo caminho se abriu diante deles, levando para fora do desfiladeiro. O labirinto havia aceitado o coração puro de Maya.

De mãos dadas, Leo e Maya seguiram o novo caminho, que os tirou do Labirinto da Selva e os levou de volta à luz do sol. Eles não encontraram uma cidade perdida…

De mãos dadas, Leo e Maya seguiram o novo caminho, que os tirou do Labirinto da Selva e os levou de volta à luz do sol. Eles não encontraram uma cidade perdida de ouro, MAS encontraram algo muito mais valioso. "Nós conseguimos, Leo!", Maya vibrou. Leo sorriu. Ele ainda era um rato de biblioteca, mas agora sabia que coragem e bondade eram tão importantes quanto conhecimento. "Conseguimos", ele concordou. "E aprendi que, às vezes, as maiores aventuras são aquelas que você enfrenta junto." Ele percebeu que a amizade deles era o verdadeiro tesouro, e ele ansiava por todas as suas futuras aventuras.