The Kindness Chain — Ler em português
Os títulos das histórias ainda aparecem em inglês; o texto de cada história está em português.

O vento uivava enquanto Jabari e Kaya corriam pelo Deserto Pintado, suas risadas ecoando pelos cânions. "O último a chegar às Rochas Sussurrantes compra frutas do deserto!", gritou Jabari, seu cabelo escuro e encaracolado balançando a cada passo. Kaya, sua bandana colorida reluzindo, sorriu. "Fechado, Jabari!"

Eles chegaram às Pedras Sussurrantes sem fôlego, mas algo estava errado. Uma corrente cintilante estava estendida sobre as rochas, cada elo brilhando com uma luz suave e interior. "O que é aquilo?", Kaya ofegou, aproximando-se cautelosamente do estranho artefato. "Parece... mágico", Jabari respondeu, com os olhos arregalados de admiração.

"Ouvi histórias da minha avó", Nadia anunciou, aparecendo de repente. Os cachos soltos de cabelo preto profundo de Nadia caíam pelos ombros. "Essa é a Corrente da Bondade. Cada elo representa um ato de bondade. Se um elo se quebra, alguém precisa de ajuda." Kaya franziu a testa, "Então, precisamos encontrar quem precisa da nossa ajuda?"

Eles seguiram a corrente, cada elo brilhando mais forte, até que ela os levou a uma pequena e empoeirada vila. Um jovem garoto estava sentado sozinho, com a cabeça entre as mãos. "Ele parece triste", Kaya observou suavemente. "Talvez seja ele quem precisa da nossa ajuda", Jabari acrescentou, sua voz cheia de preocupação. "Vamos ver o que há de errado."

"Minha flauta está quebrada", o menino fungou, mostrando-lhes as duas peças de seu instrumento de madeira. "Não consigo mais tocar para a aldeia. Agora eles ficarão tristes." Jabari examinou a flauta. "Nós podemos consertar!", ele declarou com confiança. Kaya, lembrando-se de uma história de sua avó, disse: "Vovó costumava dizer que 'as melhores e mais belas coisas do mundo não podem ser vistas nem tocadas - elas devem ser sentidas com o coração'. Helen Keller disse isso. Tocar música para os outros é uma coisa linda, vamos ajudá-lo."

Nadia encontrou um pote de seiva de árvore pegajosa, perfeita para cola, mas... o ancião da aldeia zombou. "Você não pode consertar essa flauta com seiva! Precisa de resina de verdade, algo forte!" Ele os desafiou. "Vocês são apenas crianças; não sabem nada sobre consertar instrumentos!" Jabari parecia desanimado. "Ele não acredita que podemos fazer isso."

"Ele está errado", Kaya insistiu. "Podemos usar outra coisa!" Ela se lembrou da corrente cintilante. "Os elos! Podemos derreter um pedacinho de um elo para criar uma resina forte!" Nadia estava preocupada. "Mas... isso não é perigoso?" Jabari pensou por um momento. "É por uma boa causa. Se formos cuidadosos, podemos fazer isso."

Com cuidado, eles derreteram um pedacinho de um elo, criando uma resina brilhante e incrivelmente forte. Jabari colou a flauta de volta com cuidado. O menino respirou fundo e tocou uma melodia alegre! A corrente da bondade nas rochas brilhou mais forte do que nunca. "Eu te disse!", Kaya comemorou triunfante.

O ancião da aldeia, agora sorrindo, aproximou-se. "Eu estava errado", ele admitiu, "Bondade e engenhosidade podem consertar qualquer coisa." O menino continuou a brincar, enchendo a aldeia com música e alegria. Jabari e Kaya trocaram um olhar satisfeito. "Viu?", Jabari sussurrou. "A bondade pode iniciar uma reação em cadeia!"

"Podemos fazer a diferença, mesmo sendo jovens", Nadia afirmou com uma confiança recém-descoberta. Kaya sorriu, acrescentando: "E um pouco de gentileza pode ir longe!" Ao saírem da aldeia, Jabari olhou para trás, para a corrente cintilante nas Pedras Sussurrantes. "Se pudermos ajudar uma pessoa, fará a diferença para muitas pessoas."