The Magical Garden Gate — Ler em português

Os títulos das histórias ainda aparecem em inglês; o texto de cada história está em português.

The Magical Garden Gate — capa do livro — Wonder Books Partículas de poeira dançavam no ar enquanto Elara entrava na ponta dos pés no Grande Repositório. Seu melhor amigo, Finn, vinha atrás, ajustando nervosamente…

Partículas de poeira dançavam no ar enquanto Elara entrava na ponta dos pés no Grande Repositório. Seu melhor amigo, Finn, vinha atrás, ajustando nervosamente os óculos. "Tem certeza de que isso é permitido, Elara?", ele sussurrou, a voz ecoando no espaço cavernoso. Elara, destemida, sorriu: "Onde está a graça em seguir as regras? Além disso, vovô Silas sempre dizia: 'As maiores histórias são as que você descobre por si mesmo!'"

"Olha!" exclamou Elara, apontando para uma alcova escondida atrás de uma estante em ruínas. Dentro, um único livro ornamentado estava aberto, banhado por uma…

"Olha!" exclamou Elara, apontando para uma alcova escondida atrás de uma estante em ruínas. Dentro, um único livro ornamentado estava aberto, banhado por uma luz etérea. Finn se aproximou cautelosamente, espiando as páginas brilhantes. "É um mapa", ele murmurou, traçando um dedo ao longo de um símbolo estranho. "Vovô Silas mencionou um portão mágico de jardim escondido dentro da biblioteca, disse que só poderia ser aberto por alguém com um coração puro e uma mente astuta..."

"Um portão de jardim?" Os olhos de Elara se arregalaram de excitação. "Imagine as histórias que ele guarda!" Finn hesitou.

"Um portão de jardim?" Os olhos de Elara se arregalaram de excitação. "Imagine as histórias que ele guarda!" Finn hesitou. "Mas e se for perigoso?" Elara colocou a mão no ombro dele, a voz firme. "Finn, como J.R.R. Tolkien disse, 'Nem todos os que vagueiam estão perdidos.' Precisamos explorar, descobrir!" Finn respirou fundo, sua preocupação diminuindo lentamente. "Tudo bem, Elara. Vamos encontrar este portão!"

Seguindo o mapa, eles se depararam com uma charada gravada em uma tábua de pedra perto de uma fonte esquecida: "Tenho cidades, mas não casas; florestas, mas não…

Seguindo o mapa, eles se depararam com uma charada gravada em uma tábua de pedra perto de uma fonte esquecida: "Tenho cidades, mas não casas; florestas, mas não árvores; e água, mas não peixes. O que sou eu?". Elara mordeu o lábio, ponderando a inscrição. Finn, sempre prático, pegou um pequeno caderno e começou a esboçar o design da fonte. "Talvez a resposta esteja na arquitetura da fonte?"

"Espere um minuto!", exclamou Elara, estalando os dedos. "Um mapa! A charada está descrevendo um mapa!" Ela apontou para uma inscrição pequena, quase invisível…

"Espere um minuto!", exclamou Elara, estalando os dedos. "Um mapa! A charada está descrevendo um mapa!" Ela apontou para uma inscrição pequena, quase invisível, na base da tabuleta. Dizia: "A resposta destranca o caminho." Pressionando o dedo na inscrição, uma seção da fonte deslizou, revelando uma passagem escondida. "Viu?", Elara sorriu. "Sempre confie nos seus instintos!"

A passagem os levou a uma câmara escura cheia de ventos sussurrantes. De repente, uma figura espectral materializou-se diante deles, seus olhos brilhando com…

A passagem os levou a uma câmara escura cheia de ventos sussurrantes. De repente, uma figura espectral materializou-se diante deles, seus olhos brilhando com uma luz misteriosa. "Vocês buscam o portão do jardim?", ela sibilou, sua voz enviando arrepios por suas espinhas. "Apenas aqueles que possuem verdadeira coragem podem passar. Mas cuidado, a magia do portão está desaparecendo, e a escuridão está se espalhando!"

"Escuridão?", Finn gaguejou, agarrando sua mochila. "O que você quer dizer?" Elara deu um passo à frente, a voz tremendo levemente.

"Escuridão?", Finn gaguejou, agarrando sua mochila. "O que você quer dizer?" Elara deu um passo à frente, a voz tremendo levemente. "Não temos medo", ela declarou. "Vamos encontrar o portão e restaurar sua magia! Só precisamos trabalhar juntos." Finn, inspirado pela bravura dela, abriu sua mochila e tirou um pequeno pássaro de madeira intrincadamente esculpido que ele havia encontrado antes na biblioteca. "Talvez isso possa ajudar? O vovô disse que ele sempre aponta para o caminho mais verdadeiro."

Seguindo o pássaro de madeira, eles chegaram a um arco em ruínas coberto de videiras espinhosas. As palavras da figura espectral ecoaram na mente de Elara.

Seguindo o pássaro de madeira, eles chegaram a um arco em ruínas coberto de videiras espinhosas. As palavras da figura espectral ecoaram na mente de Elara. Respirando fundo, ela colocou a mão no arco. "Precisa de um coração puro", ela sussurrou. De repente, lembrando-se, Finn grita: "Elara, lembre-se de que o pássaro de madeira sempre aponta para o caminho mais verdadeiro se você perguntar a ele, mostre-lhe o mapa!". Elara levanta o mapa para o pássaro, perguntando aonde o caminho leva. O pássaro gira rapidamente, apontando para o portão. As videiras recuaram, revelando um portão cintilante de flores entrelaçadas.

Assim que Elara atravessou o portão, uma onda de calor os envolveu, e a biblioteca começou a brilhar com uma luz recém-descoberta.

Assim que Elara atravessou o portão, uma onda de calor os envolveu, e a biblioteca começou a brilhar com uma luz recém-descoberta. A figura espectral sorriu levemente antes de desaparecer. "Vocês provaram ser dignos", sussurrou, sua voz cheia de gratidão. "A magia está restaurada!" Olhando para Finn, Elara sorriu. "Viu? Coragem e bondade podem conquistar qualquer coisa!"

"Parece que o vovô Silas estava certo", disse Finn, ajustando os óculos. "As maiores histórias são, de fato, aquelas que você descobre por si mesmo." Elara…

"Parece que o vovô Silas estava certo", disse Finn, ajustando os óculos. "As maiores histórias são, de fato, aquelas que você descobre por si mesmo." Elara, olhando para a biblioteca revitalizada, sorriu. "E as melhores aventuras são aquelas que você compartilha com um amigo." De mãos dadas, eles voltaram para o Grande Repositório, prontos para desvendar sua próxima grande história.