The Map That Led Everywhere — Ler em português
Os títulos das histórias ainda aparecem em inglês; o texto de cada história está em português.
Leo traçou as linhas desbotadas do mapa antigo, a testa franzida em concentração. Maya, empoleirada ao lado dele nas raízes retorcidas do velho carvalho, balançava a perna impacientemente. "Tem certeza de que este é o caminho certo, Leo? Parece que uma teia de aranha vomitou no pergaminho." Leo ignorou a provocação dela, seu dedo pousando em um minúsculo X, quase invisível. "É aqui, Maya! O Bosque Sussurrante. O mapa promete um caminho que leva... a todo lugar!" Um sorriso maroto se espalhou pelo rosto dele. Ele adorava mapas, especialmente aqueles que insinuavam aventuras incontáveis. "Vamos!"
Eles mergulharam na Floresta Sussurrante, a luz do sol desaparecendo atrás de uma cortina de folhas. O ar ficou mais frio e estranhos chamados de pássaros ecoavam ao redor deles. "Não gosto disso, Leo", Maya sussurrou, apertando sua flauta de madeira. "Parece que estamos sendo observados." De repente, o mapa nas mãos de Leo começou a brilhar com uma estranha luz verde. "Uau! Você viu isso?", ele exclamou. O X, antes mal visível, agora pulsava com energia vibrante, então o mapa se rasgou ao meio! Mas em vez de se desfazer, ele se reformou em dois mapas menores separados. Um mostrando o pico de uma montanha nevada, o outro uma cidade submersa.
"Dois mapas? Mas... como?" Leo gaguejou, completamente confuso. Maya, sempre prática, pegou o mapa da cidade submersa. "Bem, isso é certamente mais interessante do que seguir um único caminho. Uma cidade submersa parece uma aventura!" Leo agarrou o mapa da montanha. "Mas é inverno! Vamos congelar antes mesmo de chegar na metade do caminho." Uma coruja velha e sábia, empoleirada em um galho acima, piou suavemente. "A montanha guarda segredos para aqueles corajosos o suficiente para procurá-los. A cidade subaquática guarda seu próprio tesouro. Escolham sabiamente, pequenos." Portanto, eles decidiram seguir caminhos separados e se encontrar em um ano para contar tudo um ao outro.
O caminho de montanha de Leo era traiçoeiro. O gelo agarrava-se às rochas e o vento uivava como um lobo faminto. Ele estava viajando há semanas, seus suprimentos escassos diminuindo. Ele havia começado a se arrepender dessa escolha, mas sabia que tinha que continuar! "Quase lá...", ele murmurou, sua respiração embaçando no ar gélido. De repente, uma tempestade de neve desceu, cegando-o. Ele tropeçou, perdeu o equilíbrio e começou a deslizar por uma encosta íngreme e gelada. Mas, então ele atingiu algo macio. Um cão de resgate de avalanche. "Au au!", o São Bernardo latiu. Ele o puxou para a segurança, e Leo viu que o cão estava usando um pequeno frasco de líquido em volta do pescoço. "Obrigado, amigão!" Ele nota uma pessoa parada nas sombras.
A figura surge na luz. Era um monge com olhos calorosos. "Aquele frasco contém néctar de flor da montanha", o monge explicou, gesticulando para o cachorro. "Ele tem o poder de curar e dar força." Ele notou o mapa de Leo. "Ah! Você busca o coração da montanha. Você deve escalar até o cume. Mas cuidado, o pico testa o coração, não o corpo. Apenas aqueles com intenções puras podem passar." O monge leva Leo a um caminho escondido, envolto em névoa. "Siga isto", ele disse. "Isso o levará ao teste. O cachorro o guiará. O nome dele é Chompers. Ele não morderá, eu garanto."
Maya, enquanto isso, navegava por florestas de corais repletas de peixes coloridos. A cidade submersa cintilava ao longe, uma silhueta fantasmagórica contra o fundo do oceano. Um golfinho amigável a guiou por correntes traiçoeiras. "A cidade é guardada por uma serpente marinha", o golfinho guinchou, sua voz aguda. "Ele protege um artefato poderoso." MAS, quando eles chegaram à cidade, a serpente marinha não estava em lugar nenhum. De repente, uma sombra escura surgiu acima deles. Um enorme kraken, com seus tentáculos chicoteando, bloqueou o caminho deles. PORTANTO, Maya precisa lutar contra essa coisa!
Maya sabia que não conseguiria lutar contra o Kraken com força bruta. Ela tinha que usar sua inteligência. Lembrou-se de como seu avô usava a música para domar cobras! Ela pegou sua flauta de madeira e começou a tocar uma melodia assombrosa. A música ecoou pela água, estranhamente acalmando a fera. O Kraken parou de se debater e seus olhos suavizaram. Então, ela fez uma descoberta: o Kraken estava ferido! Uma grande rede de pesca estava emaranhada em seu tentáculo. O Kraken precisava de ajuda!
Leo, guiado por Chompers, alcançou o cume da montanha. Um turbilhão de vento e neve o cercava. Uma voz trovejou: "Para passar, você deve abrir mão do que mais valoriza!" Leo olhou para Chompers, seu leal companheiro. Ele sabia o que tinha que fazer. Ele removeu o frasco de néctar de flor da montanha do pescoço de Chompers e o colocou em um altar coberto de neve. "Eu ofereço isso para curar a montanha!", ele gritou. O turbilhão se dissipou, e um raio de sol rompeu as nuvens. Uma flor de cristal floresceu diante dele. "Corações bravos encontram o caminho."
Maya cuidadosamente cortou a rede de pesca do tentáculo do Kraken. A enorme criatura a empurrou gentilmente com a cabeça, um sinal de gratidão. Das ruínas da cidade submersa, ela recuperou uma linda pérola, que irradiava calor e luz. Não era um tesouro de ouro ou joias, mas um tesouro de bondade e amizade. Ela entendeu então que era mais importante do que ouro ou glória. Ela nunca esqueceria.
Um ano depois, Leo e Maya se encontraram novamente no velho carvalho. Leo mostrou a Maya a flor de cristal. "Ela representa a beleza interior", ele explicou. Maya mostrou a Leo a pérola. "Ela representa a bondade." Eles perceberam que o mapa que levava "a todo lugar" na verdade os levou a entender a si mesmos. Eles enfrentaram desafios, fizeram novos amigos e aprenderam o verdadeiro significado de coragem e bondade. Leo sorriu para Maya, "Algumas aventuras são melhores quando compartilhadas." E ambos sabiam que a jornada deles juntos não havia terminado, mas estava apenas começando.