A Abolição da Escravatura no Império Britânico (1833) — Perguntas e respostas

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O que ecoou pela Câmara dos Comuns?

Opções

  1. Canções
  2. Gritos ✓
  3. Sussurros
  4. Risadas

Resposta: Gritos

Da página 1

O que Thomas Clarkson mostrou à audiência?

Opções

  1. Livros antigos
  2. Fotos de navios
  3. Correntes e algemas ✓
  4. Mapas de Cambridge

Resposta: Correntes e algemas

Da página 2

O que Olaudah Equiano queria que acontecesse com os horrores que testemunhou?

Opções

  1. Ele queria que eles fossem lembrados para sempre.
  2. Ele queria que eles fossem abolidos. ✓
  3. Ele queria descrevê-los em um livro.
  4. Ele queria esquecê-los completamente.

Resposta: Ele queria que eles fossem abolidos.

Da página 3

De acordo com Granville Sharp, o que a decisão de Lord Mansfield estabeleceu?

Opções

  1. Que os navios só poderiam navegar para a África.
  2. Que os documentos legais eram muito importantes.
  3. Que a escravidão não poderia existir em solo inglês. ✓
  4. Que os visitantes eram sempre bem-vindos em seu escritório.

Resposta: Que a escravidão não poderia existir em solo inglês.

Da página 4

O que Charles Fox disse que deveria ser encerrado?

Opções

  1. As reuniões do Parlamento.
  2. O comércio vil. ✓
  3. A câmara ecoante.
  4. Discursos sobre honra.

Resposta: O comércio vil.

Da página 5

Que citação famosa Lord Mansfield lembrou e compartilhou?

Opções

  1. "Pense antes de agir."
  2. "Tudo o que é necessário para o triunfo do mal é que os homens bons não façam nada." ✓
  3. "As ações falam mais alto que as palavras."
  4. "Deus ajuda quem cedo madruga."

Resposta: "Tudo o que é necessário para o triunfo do mal é que os homens bons não façam nada."

Da página 7

O que a vitória do Ato do Comércio de Escravos inspirou ao redor do mundo?

Opções

  1. Pessoas a se tornarem fornecedores.
  2. Futuras gerações a lutar por liberdade e igualdade. ✓
  3. O Império Britânico a reconstruir o sistema.
  4. Debates sobre pontos de virada.

Resposta: Futuras gerações a lutar por liberdade e igualdade.

Da página 10