The Enlightenment — Europe (1784, Europe)

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Nas ruas de paralelepípedos de Paris, em mil setecentos e oitenta e quatro, em meio a um fervor crescente pela razão e pela reforma, figuras-chave moldaram a era conhecida como O Iluminismo. Immanuel Kant, o filósofo prussiano conhecido por seu trabalho sobre ética, está palestrando para uma multidão absorta. Denis Diderot, o enciclopedista francês e força motriz por trás da Encyclopédie, discute acaloradamente com Jean-Jacques Rousseau, o filósofo genebrino conhecido por suas ideias sobre o contrato social. Mas como a revolução intelectual varreu a Europa?

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No opulento Palácio de Versalhes, o Rei Luís Quinze observava sua luxuosa corte. "A França está se afogando em dívidas!", exclamou Jacques Necker, o banqueiro suíço e conselheiro financeiro do Rei. Luís o dispensou com um aceno, afirmando: "Devemos pensar em mais... entretenimentos." Essa extravagância criou um profundo ressentimento entre o povo comum.

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Voltaire, exilado na Inglaterra, senta-se sozinho em seu estudo, pena em punho, escrevendo furiosamente. "'Eu desaprovo o que você diz, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-lo'", ele murmurou, citando um sentimento que se tornaria seu. Um manuscrito pela metade jaz à sua frente, intitulado Cartas Inglesas, criticando a monarquia francesa e elogiando a liberdade inglesa.

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Numa movimentada gráfica parisiense, Denis Diderot e Jean le Rond d'Alembert, os coeditores da Encyclopédie, supervisionam as prensas de impressão. "Certifiquem-se de que os diagramas estejam precisos!", Diderot gritou para um impressor, apontando para uma ilustração de uma máquina complexa. A Encyclopédie reuniria e disseminaria o conhecimento de toda a Europa.

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Em Viena, Wolfgang Amadeus Mozart, um jovem prodígio, conduz a orquestra durante a estreia de sua nova ópera, As Bodas de Fígaro. "É revolucionário demais!", gritou um nobre na plateia, escandalizado pelos temas de igualdade social da ópera. No entanto, a plateia estava encantada e aplaudia com entusiasmo.

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Antoine Lavoisier, o químico francês, despeja produtos químicos em seu laboratório com precisão. "Na natureza, nada se cria, nada se destrói, tudo se transforma", declarou Lavoisier ao seu assistente, ecoando sua lei de conservação da massa. Complexos aparelhos de vidro e béqueres borbulhantes preenchem a sala.

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Jean-Jacques Rousseau se dirige a uma multidão de cidadãos parisienses reunidos em uma praça pública. "O homem nasce livre, e por toda parte ele está acorrentado!", proclamou Rousseau, sua voz ressoando com paixão. A multidão ouvia atentamente suas ideias sobre contrato social, liberdade e igualdade.

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Na Filadélfia, Thomas Jefferson apresenta o rascunho da Declaração de Independência ao Congresso Continental. "Consideramos estas verdades como autoevidentes, que todos os homens são criados iguais!", anunciou Jefferson, lendo o documento em pergaminho. Benjamin Franklin, John Adams e outros delegados observavam com expressões sérias.

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Em quatorze de julho de mil setecentos e oitenta e nove, uma multidão parisiense invadiu a prisão da Bastilha. "Liberdade, Igualdade, Fraternidade!", eles gritaram, agitando bandeiras revolucionárias. As paredes da prisão desmoronaram enquanto os revolucionários lutavam pela liberdade.

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No século XIX, uma sala de aula cheia de estudantes em uma universidade europeia ouve um professor palestrar sobre as obras dos pensadores do Iluminismo. O professor gesticulou para um livro. Novas constituições foram redigidas, universidades floresceram e sociedades científicas prosperaram. A ênfase do Iluminismo na razão e nos direitos individuais moldou o mundo moderno, influenciando governos e sociedades em todo o globo.