How Glass Buildings Were Made Possible

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Rohan pulou pela ponte arco-íris que conectava suas casas na árvore, seu caderno de couro gasto balançando contra sua perna. "Katya!", ele gritou, avistando sua amiga cuidando de um pequeno jardim de plantas brilhantes. "Olha esta flor – as pétalas estão começando a murchar. O que há de errado com ela?"

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"Talvez não esteja recebendo luz suficiente", Katya sugeriu, franzindo a testa para a flor. Rohan pegou seu caderno, rabiscando o palpite de Katya. "Luz... imagine viver numa época em que os prédios bloqueavam toda a luz do sol! Como as pessoas sequer enxergavam lá dentro?" Katya deu de ombros, "Não sei, Rohan. Pergunte à Vovó Isla."

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Rohan correu para sua própria casa na árvore, que estava transbordando de livros e aparelhos de ciência. Ele subiu na cama e pegou um livro grande e brilhante da prateleira. "Minha Enciclopédia de Invenções vai saber!" Ao abrir o livro, uma luz rodopiante encheu o quarto. Ele se lembrou de algo que a vovó Isla havia dito: "'A melhor maneira de prever o futuro é inventá-lo', assim como Alan Kay disse!"

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De repente, Rohan se viu em uma movimentada rua de Londres na década de mil oitocentos e quarenta. Carruagens puxadas por cavalos chacoalhavam sobre os paralelepípedos, e edifícios altos e sujos se erguiam. Pessoas apressavam-se, com os rostos sombrios. "Uau!", exclamou Rohan, agarrando seu caderno. "É tão... escuro!"

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Uma mulher de aparência gentil, com pele bronzeada dourada e cabelos castanhos escuros, grossos e encaracolados, penteados em twist-outs, vestindo um longo vestido escuro e um avental, notou a expressão confusa de Rohan. "Perdido, pequeno?" ela perguntou suavemente. "Eu sou Isla, trabalho aqui. Nem sempre é tão sombrio, mas sem luz suficiente, as coisas ficam difíceis." Rohan explicou sobre sua casa na árvore e perguntou: "Como as pessoas conseguiam luz suficiente antes dos edifícios de vidro?"

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"Ah, é aí que Joseph Paxton entra em cena", disse Isla, guiando Rohan em direção a um canteiro de obras. "Ele projetou o Palácio de Cristal para a Grande Exposição de mil oitocentos e cinquenta e um! Foi um edifício revolucionário feito de vidro e ferro." Rohan ofegou. "Vidro tão grande que dava para construir paredes com ele?!"

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"De fato! Antes de Paxton, a produção de vidro em larga escala era um desafio", Isla explicou. "Ele combinou um design inovador de estufa com chapas de vidro produzidas em massa. A Grande Exposição arrecadou mais de cento e oitenta e seis mil, uma fortuna na época, mostrando como o vidro poderia transformar a arquitetura!" Rohan folheou seu caderno, escrevendo furiosamente. "Então, não era só sobre luz, era sobre indústria e economia também!"

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Enquanto Rohan terminava de rabiscar, o Palácio de Cristal tremeluziu. "Hoje, o mercado de vidro e vidraçaria é uma indústria de cento e quarenta bilhões por causa de inovações como as de Paxton", disse Isla. De repente, a luz giratória reapareceu. "Hora de ir, pequena! Lembre-se do que você aprendeu!"

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De volta à sua casa na árvore, Rohan fechou sua Enciclopédia de Invenções. Ele correu de volta para a casa na árvore de Katya, com seu caderno firmemente apertado. "Katya! Não era só sobre luz, era sobre fazer muito vidro! Edifícios de vidro deixam entrar mais luz e criaram novas indústrias!"

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Os olhos de Katya se arregalaram. "Então, se a gente descobrir como fazer bastante do fertilizante certo... nossas flores vão florescer!" Rohan assentiu, abrindo seu caderno. "Exatamente! Edifícios de vidro mudaram o mundo e Paxton mostrou o poder da produção em massa!" Ele sorriu. "Continua..."