How Roman Aqueducts Were Engineered

Winona se jogou no sofá ao lado do tio Stefan, observando-o lutar com a mangueira de jardim. "Precisa de ajuda, tio Stefan?", ela perguntou, rindo. Stefan suspirou, enxugando o suor da testa. "Essa coisa velha e furada! É sempre alguma coisa. Imagine buscar toda a nossa água do rio todos os dias, como faziam antigamente!" Os olhos de Winona se arregalaram. "Espera, como as pessoas conseguiam água antes das mangueiras?", ela perguntou, pegando seu caderno de couro gasto da mesa de centro.

Winona correu para seu quarto, que era decorado com pôsteres de foguetes e constelações. Ela puxou um livro grande, encadernado em couro, da sua estante. Ao abrir a "Enciclopédia de Invenções Mágicas", uma suave luz dourada preencheu o quarto. "Aquedutos", ela sussurrou, traçando a palavra com o dedo enquanto o quarto começava a girar. "Tio Stefan sempre diz, 'A jornada de mil milhas começa com um único passo', como disse Lao Tzu", ela ponderou, segurando o livro com força. "Acho que este é o meu primeiro passo para o passado!"

A luz giratória parou, e Winona se viu em um movimentado mercado. Comerciantes apregoavam suas mercadorias, e cidadãos romanos apressavam-se em togas. "Uau!", ela exclamou, absorvendo as paisagens. O ar estava empoeirado e cheirava a animais e especiarias. De repente, ela notou uma mulher lutando para carregar dois pesados baldes de água de um poço distante. A mulher fazia uma careta a cada passo.

"Com licença", Winona chamou um homem vestindo uma túnica marrom simples, a testa franzida enquanto ele estudava um pergaminho. "Como é conseguir água aqui?" O homem levantou os olhos, assustado. "Cansativo!", ele exclamou. "Passamos metade do nosso dia apenas carregando água do rio ou dos poucos poços que temos. É um trabalho duro, especialmente para as mulheres." Winona abriu seu caderno e começou a rabiscar furiosamente.

Um homem alto e sério aproximou-se deles. "É por isso que estou trabalhando em uma solução", disse o homem, com a voz retumbante. "Eu sou Marcos Vitrúvio Polião, e acredito que podemos trazer água para a cidade usando aquedutos!" Ele desenrolou um grande pergaminho mostrando um desenho detalhado de uma estrutura. "Levará anos, talvez décadas, mas podemos conseguir!"

"Mas como vai funcionar?", perguntou Winona, examinando os diagramas. Vitruvius apontou para o pergaminho. "Usando a gravidade!", ele explicou. "Vamos construir um canal que desce ligeiramente por muitas milhas, trazendo água de nascentes distantes. Estamos usando arcos, que são fortes! A Aqua Appia, o primeiro aqueduto de Roma, foi construída em trezentos e doze antes de Cristo."

"Não é fácil, porém", o engenheiro romano interveio. "Temos que medir cuidadosamente a inclinação – apenas uma pequena queda por milha! E a construção é cara. A Aqua Marcia sozinha, construída por volta de cento e quarenta e quatro antes de Cristo, custou cerca de cento e oitenta milhões de sestércios!" Vitrúvio assentiu gravemente. "E exige trabalhadores qualificados, algo que Roma não tinha em número suficiente na época."

Winona franziu a testa, lembrando-se da mulher que lutava com os baldes. "Mas e se o aqueduto quebrar? E se houver um terremoto?" Vitrúvio sorriu levemente. "Então nós o repararemos! Os aquedutos romanos traziam tanta água para a cidade que, no século terceiro depois de Cristo, Roma tinha mais de mil cento e vinte e seis fontes! Devemos estar preparados para todas as possibilidades", disse ele, ajustando sua toga.

De repente, a Enciclopédia de Invenções Mágicas de Winona começou a brilhar novamente. "Eu tenho que ir!", ela exclamou. "Obrigada por me mostrar como os aquedutos funcionam!" Vitrúvio assentiu. "Lembre-se", ele disse, "'A qualidade suprema para a liderança é, sem dúvida, a integridade. Sem ela, nenhum sucesso real é possível', como Dwight D. Eisenhower diria muitos séculos a partir de agora. Construa forte e construa com verdade!"

De volta ao quarto, Winona fechou a enciclopédia. Ela desceu correndo e encontrou o Tio Stefan ainda lutando com a mangueira. "Tio Stefan!", ela exclamou. "Você sabia que os romanos construíram aquedutos para levar água às suas cidades? Alguns ainda estão de pé hoje! Talvez a gente consiga consertar nossa mangueira furada com um pouco de engenharia", ela exclamou com um sorriso, pegando um pouco de fita. Ela mostrou a ele como os aquedutos modernos AINDA usam os mesmos princípios.