The Adventures of Tom Sawyer

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Tom Sawyer morava com sua tia Polly. Ela não era realmente tia dele, mas era toda a família que lhe restava. "Thomas!", ela chamou, a voz aguda. "Thomas, onde você está?" Um momento depois, ela o avistou tentando se esgueirar para a despensa de doces. "Eu devia saber", ela suspirou, agarrando-o pela orelha. "Mãos ociosas são a oficina do diabo, como meu querido e falecido marido costumava dizer. Você vai caiar aquela cerca hoje, meu jovem!"

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Tom olhou para a cerca longa e assustadora. Ela se estendia sem fim, assando sob o sol. Ele mergulhou seu pincel na tinta branca e deu uma pincelada fraca. "Isso é terrível", ele gemeu. Nesse instante, Ben Rogers pulou alegremente pela rua, comendo uma maçã. Tom sabia que precisava de um plano. "Tia Polly me faz caiar, mas eu gosto", disse Tom, fingindo entusiasmo. "Não é todo garoto que consegue caiar uma cerca, sabe."

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"Gostou?", Ben perguntou, arregalando os olhos. "Não me diga!" Tom aplicou cuidadosamente mais uma pincelada. "Bem, talvez sim, talvez não", ele provocou. "Tudo o que sei é que a tia Polly é muito exigente com esta cerca. Tem que ficar perfeita." Ben o observou por um momento, depois suspirou. "Tom, me deixa pintar um pouquinho." Tom hesitou. "Não, não... acho que não, Ben."

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Ben implorou a Tom. "Por favor, Tom! Eu te dou minha maçã!" Tom fingiu considerar a oferta. "Hmm...", ele disse. "Essa é uma bela maçã." Logo, Ben estava feliz caiando a cerca, e Tom estava saboreando a maçã. Em pouco tempo, outros meninos apareceram, e Tom trocou a chance de caiar por pipas, bolinhas de gude e até mesmo um rato morto. Ele estava rico!

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Naquela noite, Tom passou pela casa da menina nova. O nome dela era Becky Thatcher. Ele sentiu um estranho tremor no peito. Ele a viu no jardim. "Olá", ele disse, tentando parecer casual. Becky se virou, seus olhos azuis brilhando. "Olá", ela respondeu, um leve sorriso brincando em seus lábios. Tom engoliu em seco. "Qual é o seu nome?"

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"Becky", ela disse, "Becky Thatcher. Qual o seu?" Tom estufou o peito. "Tom Sawyer", ele anunciou orgulhosamente. "Eu consigo fazer todo tipo de coisa. Eu consigo ficar de ponta-cabeça, eu consigo assobiar, e eu consigo até..." Ele hesitou, então sussurrou, "Eu consigo até roubar maçãs quando a Tia Polly não está olhando." Becky deu uma risadinha. O coração de Tom disparou. Ele estava apaixonado. Mas então ela apontou, com os olhos arregalados. "Ah não, lá vem o Alfred Temple!"

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Alfred Temple, um garoto novo na cidade, aproximou-se com um sorriso zombeteiro no rosto. Ele empurrou Tom para o lado. "Saia da minha frente, Sawyer", ele zombou. "Becky, eu trouxe uma flor para você." Tom, furioso, cerrou os punhos. "Você se acha tão forte assim?", ele gritou. "Eu vou te mostrar!" Becky ofegou. "Tom, não! Por favor, não brigue!"

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Mais tarde, Tom, de coração partido e rejeitado, vagou pela floresta. Ele encontrou seu amigo Huck Finn. "O que há de errado, Tom?", perguntou Huck. Tom explicou sobre Becky e Alfred. Huck ouviu pacientemente. "Bem, eu sempre digo: 'É melhor ter amado e perdido do que nunca ter amado', como disse Tennyson. A vida é muito curta para ficar triste!" Tom suspirou. "Você está certo, Huck. Vamos fazer algo aventureiro!"

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Eles tropeçaram em uma caverna escura. "Vamos explorá-la!", exclamou Huck. Tom hesitou. "Tem certeza?" Huck sorriu. "O que é a vida sem um pouco de aventura? Vamos!" Lá dentro, eles encontraram túneis que se retorciam e viravam. Mais e mais fundo eles foram. De repente, ouviram uma voz. "Ora, ora, ora", uma voz rouca ecoou. "Olhem só o que temos aqui!" Era o Joe Índio!

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Injun Joe avançou, mas Tom se lembrou de algo que havia lido em um livro sobre como escapar de cavernas. "Huck, lembra o que aquele explorador disse? 'Quando perdido, siga sempre o fluxo de ar!' A brisa está mais forte para cá!" Eles viraram e correram, seguindo a corrente de ar, mais fundo na escuridão. Encontraram outra abertura e saíram às pressas, deixando Injun Joe preso lá dentro. "Conseguimos!", Tom gritou, aliviado. "Bravura não é a ausência de medo, mas agir apesar dele."