The Queen Bee

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No alto do Monte Caelum, onde as emoções se manifestavam como constelações cintilantes, residia Astra, a Cartógrafa Celestial, e seus dois aprendizes, o bondoso Bram e a invejosa Elara. O observatório deles, um farol de luz no céu escuro, mapeava o coração humano, mas uma constelação mais sombria ameaçava eclipsar todas as outras: a Abelha Rainha, um símbolo de bondade corrompida e falsas promessas. Os aprendizes enfrentarão a escuridão e a luz do cosmos. Mas a floresta está em constante mudança para os despreparados.

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Bram meticulosamente mapeava novas emoções, sua testa franzida em concentração. "A constelação da Serenidade parece estar diminuindo", ele observou, apontando para um aglomerado de estrelas que escureciam. Elara zombou, ajustando seu elaborado cocar. "Sentimentalismo é fraqueza. Poder é a verdadeira estrela-guia."

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"Elara, controle seus pensamentos", Astra advertiu gentilmente. "'A mente é tudo. O que você pensa, você se torna', como disse Buda. Mas mesmo assim, foque no bem; espalhe luz." Elara se irritou. "Fácil para você dizer, Mestra. Você é a mais poderosa de nós, mas o poder deve ser conquistado. O que você fez com o seu?"

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Um tremor sacudiu o observatório. "A influência da Rainha Abelha está mais forte", Astra anunciou, a voz grave. "Suas palavras doces estão corrompendo as constelações. Preciso que vocês dois se aventurem na Floresta Sussurrante e recuperem o pólen celestial. É a única coisa que pode reverter a corrupção."

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Nas profundezas da Floresta Sussurrante, Bram tropeçou em um grupo de viajantes perdidos, encantados pelas palavras doces da Rainha Abelha. "Ela nos promete poder, prosperidade!", exclamou um viajante, oferecendo a Bram um pouco de mel brilhante. "Venha se juntar a nós, amigo!", mas Bram recusou. "A bondade não pode ser comprada nem vendida."

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Elara, no entanto, cedeu à tentação. "Por que labutar na obscuridade quando o verdadeiro poder está ao alcance?", ela ponderou, aceitando uma generosa colher de mel. Uma onda de energia percorreu suas veias. A constelação nos céus brilhou. Ela havia provado a ganância.

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Bram confrontou Elara. "Você foi envenenada pela Abelha Rainha!", ele exclamou. "Você não pode aceitar o pólen dessa forma. Você só vai corromper a luz dele." Elara zombou. "Você está apenas com ciúmes do meu poder, Bram, mas você vai cair aos meus pés!"

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Conhecendo a traição dela, Bram seguiu seu coração. Ele escalou o pico mais alto para alcançar o pólen celestial, ignorando as ameaças de Elara ecoando pela floresta abaixo. O ar rarefeito, as estrelas se aproximaram, e ele pôde ver a galáxia.

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Alcançando o pólen celestial, Bram o banhou na luz das estrelas. Elara atacou, seus poderes movidos a mel aumentando, mas Bram se manteve firme, focando no poder da bondade. Os olhos dela brilhavam com ódio.

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A constelação da Abelha Rainha escureceu, sua influência quebrada. Elara, despojada de seu poder emprestado, chorou, percebendo que sua ambição a havia cegado. Bram retornou ao observatório, um farol de esperança restaurado. "As estrelas se realinharam", Astra declarou, sorrindo gentilmente. "A bondade, não o poder, ilumina o verdadeiro caminho."