The Ridiculous Wishes

No cintilante Mercado Celeste, onde mercadores trocavam clima engarrafado e nuvens serviam como moeda, viviam três almas ligadas por um acordo tolo: Alatar, um humilde pastor de nuvens; Zara, uma escriba celeste que ansiava por renome; e Grimwold, um barão do clima engarrafado com sede de mais. Um Djinn errante ofereceu um desejo a cada um, desencadeando uma cadeia de eventos ridículos que testariam seus desejos e revelariam o absurdo de perseguir sonhos passageiros. Esta história revela o preço do descontentamento e os tesouros inesperados encontrados ao aceitar o verdadeiro eu.

Alatar suspirou, observando Zara gravar poesia nas nuvens de tempestade. "Eu queria ter o talento dela", ele murmurou. Seu avô, um fazendeiro de nuvens experiente, o ouviu. "Mas Alatar, suas ovelhas trazem chuva suave para as fazendas e os mais belos pores do sol no céu — talento de verdade!", ele exclamou.

Zara, empoleirada precariamente, ouviu fragmentos da conversa deles. Ela ansiava pela fama que o barão do tempo, Grimwold, tinha. "Se ao menos minhas palavras pudessem ter tanta influência", ela pensou, imaginando seus poemas impressos em nuvens de tempestade para todos verem. Uma rajada de vento agitou seus cabelos, espalhando tinta pelo céu.

Grimwold, contando suas moedas de ouro, sorriu presunçosamente. "Influência é comprada e vendida, pequeno escriba. Mais poder é o que eu realmente desejo." Enquanto ele falava, um estranho com olhos brilhantes se aproximou dele. "Um desejo, se você ousar." Os olhos de Grimwold brilharam com avareza.

"Concedo a cada um de vocês um desejo", o Gênio sibilou, sua voz como o vento através de um abismo. "Mas estejam avisados: Desejos são como tempestades engarrafadas - eles podem mudar de curso violentamente. Pensem cuidadosamente antes de expressar o desejo de seus corações."

Alatar, movido pela inveja, desejou a habilidade de Zara com as palavras. Instantaneamente, tinta brotou de seus dedos, manchando as nuvens de escuridão. Zara, ansiando por reconhecimento, desejou a influência de Grimwold. De repente, ela sentiu um poder estranho, sua voz ecoando como um trovão. Grimwold, sempre o ganancioso, desejou ainda mais riqueza. Suas moedas se multiplicaram, enterrando-o sob uma avalanche cintilante.

"Parem!", Zara trovejou, tentando controlar o poder recém-descoberto. Sua voz estrondosa, amplificada pelo desejo, dispersou as ovelhas de nuvem e chacoalhou o tempo engarrafado. Alatar, oprimido por uma inspiração súbita, rabiscou poemas sem sentido nos céus turbulentos, desencadeando mini-redemoinhos. Grimwold, enterrado em ouro, gritou por ajuda, mas seus gritos foram abafados pela pilha cintilante.

Como Voltaire disse, "O melhor é inimigo do bom", Alatar gritou, lembrando as palavras do filósofo. Ele percebeu a loucura de seu desejo, seu rebanho era suficiente. Ele desejou poder voltar atrás. Seus dedos manchados de tinta tremeram, e os versos em espiral se dissolveram, substituídos por nuvens brancas e calmas.

Vendo a mudança de planos de Alatar, Zara abandonou seu desejo por poder. O trovão cessou. Com a calma de volta, ela pegou uma garrafa de "ar silencioso" do mercado. Ela virou o ar na direção de Grimwold e soltou o vento, espalhando as moedas de ouro e libertando o barão do clima.

Grimwold, coberto de ouro, olhou em volta para o mercado em recuperação. Ele viu Alatar guiando gentilmente suas ovelhas-nuvem, Zara gravando cuidadosamente um poema em uma única nuvem, e finalmente entendeu: perseguir desejos vazios só leva a tempestades. As nuvens se abriram, revelando um pôr do sol radiante. Ele olhou para cima e aceitou seu destino, satisfeito.