O menor jogador do time

O menor jogador do time — capa do livro — Wonder Books O sol do meio-dia castigava o campo de beisebol enquanto Miguel semicerrava os olhos, ajustando seu capacete grande demais.

O sol do meio-dia castigava o campo de beisebol enquanto Miguel semicerrava os olhos, ajustando seu capacete grande demais. Ele era o menor jogador dos Wildcats, e hoje era o teste. Ao lado dele, pulando na ponta dos pés, estava Sofia, sua melhor amiga. Ela era uma atleta nata, toda energia e confiança. "Pronto para mostrar o que você tem, Miguel?", ela perguntou, um sorriso se espalhando pelo rosto. Ele engoliu em seco, seu estômago dando cambalhotas. "Pronto como nunca, eu acho. Só queria ser um pouco... maior."

O técnico Ramirez, uma figura imponente com uma voz retumbante, observou os aspirantes. "Muito bem, Wildcats!", ele berrou.

O técnico Ramirez, uma figura imponente com uma voz retumbante, observou os aspirantes. "Muito bem, Wildcats!", ele berrou. "Vamos ver o que vocês têm!" Ele começou com a prática de rebatidas. Miguel se aproximou do home plate, o taco parecendo pesado em suas mãos. Mas, desastre! O primeiro arremesso passou zunindo por ele. Strike um! O segundo foi ainda mais rápido. Strike dois! Ele fechou os olhos, imaginando o sorriso encorajador de Sofia. Mais um strike e ele estaria fora. Essa era a sua chance de provar que pertencia ao time, mas seu tamanho parecia um obstáculo gigante.

"Não desista, Miguel!", Sofia gritou da lateral. A voz dela atravessou o medo dele. Ele abriu os olhos, apertou o taco com mais força e se concentrou.

"Não desista, Miguel!", Sofia gritou da lateral. A voz dela atravessou o medo dele. Ele abriu os olhos, apertou o taco com mais força e se concentrou. _Portanto_, ele teve que ajustar sua estratégia. Ele se lembrou do conselho do avô: "Não é sobre o tamanho que você tem, é sobre a inteligência com que você joga." Ele decidiu esperar pelo arremesso perfeito. Miguel sussurrou um agradecimento ao avô e ajeitou os pés. Ele PRECISA fazer isso, por ele e por sua melhor amiga. Hora de provar a si mesmo que ele sabia jogar!

O menor jogador do time — page 4 illustration — Wonder Books

O arremessador se preparou, e a bola veio em sua direção. Miguel esperou. Estava alta! Perfeita. Ele balançou com toda a sua força. _Crack!_ A bola voou pelo ar, passando por cima das cabeças dos jogadores externos. Um suspiro coletivo surgiu da multidão. "Boa, Miguel!", Sofia torceu, pulando. Mas, nesse instante, uma rajada de vento pegou a bola, fazendo-a curvar para fora no último segundo. Tão perto!

O técnico Ramirez se aproximou de Miguel. "Você tem um bom olho, garoto", disse ele, surpreendentemente gentil. "Mas precisa trabalhar sua força.

O técnico Ramirez se aproximou de Miguel. "Você tem um bom olho, garoto", disse ele, surpreendentemente gentil. "Mas precisa trabalhar sua força. Vê aquele pneu ali?" Ele apontou para um pneu de caminhão velho encostado na cerca. "Pratique balançar o taco nele. Isso vai aumentar sua força." Era isso, pensou Miguel, a chance dele! Ele treinaria duro todos os dias. "Bater naquele pneu vai me deixar mais forte!" Ele prometeu entrar para o time. "Obrigado, técnico!", disse ele. "Eu vou conseguir!"

Os dias viraram semanas. Miguel praticava incansavelmente, balançando o bastão no pneu até seus braços doerem. Ele se sentia um pouco mais forte, mas ainda era…

Os dias viraram semanas. Miguel praticava incansavelmente, balançando o bastão no pneu até seus braços doerem. Ele se sentia um pouco mais forte, mas ainda era o menor jogador. Certa tarde, durante o treino de campo, uma rebatida em linha reta veio direto para ele. Ele se preparou, mas a bola passou zunindo por entre suas pernas! Todos gemeram. Isso era horrível. _Portanto_, seu plano original de apenas rebater mais forte não estava funcionando. Ele ainda era muito pequeno! Uma lágrima escorreu pelo seu rosto. Como ele poderia ser bom o suficiente?

Sofia correu até ele. "Ei, não se preocupe com isso", ela disse, colocando a mão no ombro dele. "Talvez rebater não seja seu forte. Que tal sua velocidade?

Sofia correu até ele. "Ei, não se preocupe com isso", ela disse, colocando a mão no ombro dele. "Talvez rebater não seja seu forte. Que tal sua velocidade? Você é super rápido!" Uma ideia surgiu na mente de Miguel. Ele, portanto, precisava utilizar sua velocidade. Ele começou a praticar roubar bases, deslizando para o home plate com velocidade relâmpago. Sofia o ajudou, cronometrando seus sprints e aperfeiçoando seus slides. Ele e Sofia iriam mudar as coisas!

Finalmente, o dia do anúncio oficial do time chegou. O técnico Ramirez afixou a lista. Sofia apertou a mão de Miguel enquanto ele escaneava os nomes.

Finalmente, o dia do anúncio oficial do time chegou. O técnico Ramirez afixou a lista. Sofia apertou a mão de Miguel enquanto ele escaneava os nomes. O coração dele batia forte. E então ele viu: Miguel Rodriguez... _Wildcats!_ Um enorme sorriso se espalhou pelo seu rosto. Ele tinha conseguido! Aquele momento era a prova de que "Não é o tamanho do jogador, mas o tamanho do seu coração que importa!". Ele pulou de alegria, abraçando Sofia.

O menor jogador do time — page 9 illustration — Wonder Books

Durante o primeiro jogo, os Wildcats estavam perdendo por uma corrida na parte de baixo da nona entrada. Duas eliminações. Miguel estava na primeira base. Ele olhou para Sofia nas arquibancadas, ela lhe deu um aceno de cumplicidade. Ele sabia o que fazer. O arremessador se preparou, Miguel disparou, roubando a segunda base. Então, com um slide ousado, ele roubou a terceira! A multidão rugiu. O próximo batedor acertou uma rebatida simples, e Miguel correu para casa, deslizando pelo plate para marcar a corrida da vitória!

Os Wildcats cercaram Miguel, aplaudindo e comemorando. Ele não era mais apenas o menor jogador; ele era um herói. Ele olhou para Sofia, que lhe deu um polegar…

Os Wildcats cercaram Miguel, aplaudindo e comemorando. Ele não era mais apenas o menor jogador; ele era um herói. Ele olhou para Sofia, que lhe deu um polegar para cima e um grande sorriso. Ele percebeu que ser pequeno não era uma fraqueza; era parte do que o tornava único. Ele havia aprendido que trabalho em equipe, prática e acreditar em si mesmo poderiam superar qualquer obstáculo. E o mais importante, ele sabia que podia contar com sua melhor amiga, Sofia.